Hoje alguns de nós parecem loucos, obcessivos ou desesperados porque estamos disponíveis e pedimos presença: não, não somos. Amamos viver o momento, desejamos criar momentos de vida... temos consciência da finitude e amamos quem está à nossa volta. Ser aberto, frontal, mostrar interesse, responder logo que possível, estar presente, oferecer ajuda ou somente presença não é sinal de desespero. Porque somos apaixonados por viver não é significado de necessidades; e mesmo que haja uma necessidade? qual é o problema de sermos curados pela conexão da amizade, do carinho ou do amor? Afinal não é para isso que estamos cá? Crescermos, curarmos e desenvolvermos com consciência o nosso eu? O maior presente que podemos dar e receber é presença, é tempo e atenção ... seja numa conversa, seja num silêncio partilhado ou numa dança onde nem se trocam palavras. Fica a reflexão.
I choose my friends not by their skin or other archetype, but by the pupil. They have to have questioning shine and unsettled tone. I'm not interested in the good spirits or the ones with bad habits. I'll stick with the ones that are made of me being crazy and blessed. From them, I don't want an answer, I want to be reviewed. I want them to bring me doubts and fears and to tolerate the worst of me. But that only being crazy. I want saints, so they daunt doubt differences and ask for forgiveness for injustices. I choose my friends for their clean face and their soul exposed. I don't just want a man or a skirt, I also want his greatest happiness. A friend that doesn't laugh together doesn't know how to cry together. All my friends are like that, half foolish, half serious. I don't want foreseen laughter or cries full of pity. I want serious friends, those that make reality their fountain of knowledge, but that fight to keep fantasy alive. I don't want adul...
Quando os sentimentos nos surpreendem, o que devemos fazer? Todos temos sentimentos que nos surpreendem, quer pela positiva quer pela negativa, o que devemos fazer com eles? Aprender está claro! Pela conquista daquilo que lutamos ou pela derrota dos nossos desejos, voltamos a sentir algo mais ... porém agora que sentimos não vamos reagir pelo que sentimos, reagimos pelo que conhecemos. O conhecimento na hora da decisão é mais importante e deve ter mais peso do que o sentimento. O sentimento é um sabor, ás vezes doce outras amargo, o conhecimento é sempre a base ... quase, e desculpem-me a comparação, como um medicamento, o conhecimento como princípio activo e o sentimento o gosto quando o tomamos. Centremo-nos no conhecimento, sem desperdiçar o sentimento!
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